Seringa Descartável de Insulina BD-Becton Dickson

Escala com graduação de 1 em 1 unidade. 
Agulha curta com 8mm de comprimento e 0,3 de calibre.


BD Ultra-Fine® II, com 8mm de comprimento e 0,30mm de espessura são recomendadas para crianças, adolescentes e adultos com peso adequado ou magros (IMC* abaixo de 25).

Pacote lacrado contendo 10 unidades.


Seringas: o modo básico de aplicar Insulina


Muitas pessoas têm a idéia de que aplicar insulina é um bicho de sete cabeças. Esse tipo de pensamento acaba provocando preocupações na família inteira.” Por que preciso aplicar insulina?” “ Aplicar insulina dói?” “Qual é a seringa mais adequada?


”É seguro aplicar insulina com seringas?” Estas e inúmeras dúvidas refletem medo e insegurança. Porém, a partir do momento que as pessoas conhecem seringas e agulhas e são orientadas de como utilizá-las adequadamente, o medo e a insegurança desaparecem e as aplicações deixam de ser um fantasma e passam a ser mais uma atividade do dia a dia.


Se você já faz aplicações de insulina, acabou de iniciar, ou seu médico já o informou que será introduzida insulina no seu tratamento não deixe de ler este artigo atentamente.


A descoberta da insulina em 1921, por Frederick G Banting e Charles H Best no Canadá, foi um marco na história do diabetes e, desde a sua introdução no tratamento, inúmeras pessoas passaram a ter melhor qualidade de vida.


Quando se tem diabetes e o pâncreas não produz mais insulina, ou a produz em pequena quantidade, é necessário receber insulina fabricada em laboratório. Como a insulina é formada por proteínas, ela não pode ser ingerida ,pois desta forma é destruída pelo suco gástrico. Portanto, deve ser aplicada no tecido subcutâneo, uma camada que fica logo abaixo da pele, onde a absorção é segura e uniforme. As aplicações são diárias com doses (quantidades) e freqüências (número de aplicações) conforme indicação médica e devem ser feitas de forma correta e precisa.


PRECISÃO, SEGURANÇA, ECONOMIA E CONFORTO NAS APLICAÇÕES DE INSULINA


Primeira aplicação foi há 80 anos


Um garoto com 14 anos Leonard Thompson, foi a primeira pessoa a ser tratada com insulina em 1922. Passados 80 anos, aplicar insulina faz parte do tratamento de milhões de pessoas no mundo todo e a BD oferece opções de seringas e agulhas que proporcionam a máxima precisão, segurança e conforto nas aplicações de insulina.


Veja abaixo todas as informações para que você conheça e escolha com segurança a seringa e a agulha BD Ultra-Fine mais adequada para a sua aplicação diária de insulina.


Para garantir precisão nas doses preparadas, a seringa possui escala de graduação em unidades, acompanhando a concentração da insulina que também é em unidades (U-100).


Os traços são firmes e os números nítidos, proporcionando fácil leitura. O êmbolo possui numa das extremidades uma borracha com corte reto, para ajuste e vedação, que garante o alinhamento exato com a escala de graduação.


As seringas, em embalagens lacradas contendo 10 unidades, possuem protetores na agulha e no êmbolo para proporcionar segurança durante o manuseio e garantir a esterilização até serem removidos.


As agulhas BD Ultra-Fine® e Ultra-Fine® II são finas e totalmente siliconizadas para proporcionar deslizamento suave e contínuo, reduzindo a dor e o desconforto. Estas agulhas são fixas nas seringas e isso elimina o “espaço morto” que existe em seringas de outro tipo. Assim, não há desperdício de insulina.

 


ESCOLHA DA SERINGA


A escolha da seringa deve ser feita de acordo com a dose (quantidade) de insulina recomendada pelo médico.


- A seringa com capacidade para 100 unidades de insulina é ideal para você que utiliza quantidades superiores a 50 unidades por aplicação;


- A seringa com capacidade para até 50 unidades de insulina é a mais adequada para você que utiliza quantidades inferiores a 50 unidades por aplicação;


- A seringa com capacidade para até 30 unidades de insulina é a melhor opção para você que utiliza quantidades inferiores a 30 unidades por aplicação.


ESCOLHA DA AGULHA

A insulina deve ser aplicada com pequenas agulhas, pois são adequadas para chegar somente até o tecido subcutâneo. A BD oferece duas opções de agulhas para seringas:

 

- BD Ultra-Fine®, com 12,7mm de comprimento 0,33mm de espessura, recomendada para pessoas que estão acima do peso (IMC - Índice de Massa Corpórea - acima de 25).


- BD Ultra-Fine® II, com 8mm de comprimento e 0,30mm de espessura são recomendadas para crianças, adolescentes e adultos com peso adequado ou magros (IMC* abaixo de 25).

Ambas estão disponíveis nas seringas com capacidade para 100, 50 e 30 unidades.


Conhecer e saber escolher a seringa e a agulha mais adequadas para o seu uso além de ajudá-lo a superar o medo e a insegurança é o primeiro passo para a auto-aplicação. Este assunto será abordado detalhadamente nas próximas edições da revista BD Bom Dia. Converse com um médico, enfermeiro ou educador em diabetes para esclarecer suas dúvidas.


Cuidados especiais


- Para preparar misturas de insulinas (por ex. regular ou lispro com NPH) a seringa utilizada só pode ser seringa BD com agulha Ultra-Fine para prevenir erros de dosagem. Em outras seringas existe um espaço extra formado pelo bico da seringa e o encaixe da agulha, podendo aumentar o volume de insulina aspirada, provocando hipoglicemia.


- Se observar presença de bolhas de ar na seringa, bata levemente na lateral da seringa para que elas sejam eliminadas. Utilizando canetas veja a orientação do fabricante. Para prevenir não deixe a agulha acoplada na caneta entre uma aplicação e outra. A presença de bolha ocasiona diminuição na dose, pois onde existe ar não tem insulina.


- Após a aplicação utilizando seringas deve-se aguardar 5 segundos antes de retirar a agulha da pele e no uso de canetas, deve-se aguardar 10 segundos antes de retirar a agulha da pele, para garantir que a dose preparada foi totalmente aplicada.


- Após aplicação retire a agulha suavemente. Não faça massagem para não acelerar a absorção da insulina, poderá ocorrer hipoglicemia. Em caso de sangramentos, pressione com algodão levemente por alguns segundos o local sem massagear.


- As aplicações de insulina não devem ser interrompidas em períodos de enfermidade da criança, mesmo que ela não esteja se alimentado ou esteja vomitando. Quando a criança está com hiperglicemia e presença de cetona na urina ou no sangue, há a necessidade de insulina extra e não redução da dose. Os pais sempre devem procurar orientação médica.


- A monitorização da glicemia é indispensável para as crianças. Os ajustes nas dosagens de insulina serão feitos de acordo com os resultados dos testes.


Reuso

O reuso prejudica a aderência e a colaboração da criança ao tratamento. Por isso recomendamos que as seringas e agulhas descartáveis sejam usadas apenas uma vez, pois a esterilização quando reusadas não pode ser garantida. Pode propiciar um aumento no risco de infecção em crianças com a imunidade diminuída. Além disso, a lubrificação é removida, a ponta da agulha adquire o formato de anzol tornando as aplicações dolorosas e desconfortáveis. Na caneta, a permanência da agulha pode favorecer a entrada de ar nos frascos, favorecendo a saída de insulina e possível alteração na concentração da insulina. A insulina que fica nas paredes da agulha pode cristalizar bloqueando o fluxo adequado da próxima aplicação. Há redução na velocidade do fluxo de insulina sendo necessário maior pressão no êmbolo para realizar a aplicação.


Com as recomendações acima esperamos que as aplicações de insulina em crianças fiquem mais fáceis. Continue contando com as orientações e serviços do Centro BD de Educação em Diabetes.

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